Sobre não ter o que não sei se quero

Semana passada eu tive um ataque! Algo muito sério. Vou tentar resumir em um texto. Vi de perto – calma: não só vi como assisti de camarote – minha insuficiência aplaudindo o sucesso dos outros. Tudo culpa do destino? Da predestinação que é sofrer sem ter alguém? Não. Culpa dessa coisa que chamam de fragilidade emocional. Eu sou essa falha que se emociona – não vou cansar de repetir isso.  Mas digamos que eu canse um dia: olharei pelo retrovisor e procurarei argumentos para retroceder o que antecede a dor. Bug!

Assisti ela sendo sugada. E isso não é uma metáfora banal, é uma forma bem urbana de dizer que ela tem todos aos seus pés. Os caras mais legais, os mais bonitos, os mais fortes, os mais interessantes, os mais… Eu sou menos. Conclui que de tanto ser menos eu faço a equação sem precisar de calculadora: ela nem sabe quem eu sou. E provavelmente não está nos planos dela me conhecer. Ela tem particularidades que me irrita: muito meiga. Por foto é uma deusa, por dentro uma menina. Isso me irrita porque ela veste uma máscara. Fragiliza todos com a sua atuação barata de quinta. Mas ela pode: ela tem todos aos seus pés, lembra? Só não tem a mim. Mas quem disse que ela precisa de mim pra algo? Acha que sou pessimista? É porque você não viu o olhar dela.

Ando em círculos e quando ando só falto correr. Esqueço bússolas quando pretendo chegar mais rápido. Mas aí é que está o problema: por não saber bem o caminho eu vou me perdendo e tenho que todas as vezes voltar ao início e fazer todo o percurso novamente. Se isso me cansa? Não. Isso me irrita. Ou pior, me limita. Cansei de justificar as coisas. Emoções são justificadas, sentimentos não. Ah, sobre o ataque da semana passada, consigo resumir em uma frase: foi só coisa do meu imaginário, hoje ela não é mais essas “coca-cola” toda.

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Descrença ao Imediato

Existe algo visceral que faz com que o tempo seja meu inimigo: o pessimismo e a teoria do “se não deu certo até agora, porque que vai dá daqui a pouco?”. Mas existe outra coisa que me incomoda mais: a tragédia de não acreditar. Não acreditar que pode sim dá certo, que o ano não acabou e que eu não sou o único. Não consigo crer em apostas. Eu sou a aposta mais filho-da-mãe que conheço, me acho um chato e por isso mesmo não creio. Sou fã de um rap que tem como título “O que separa os homens dos meninos” e só esse título me faz pensar várias coisas: a timidez, a inferioridade, a idade, o dinheiro e… as mulheres. Menino sonha em casar, ter filhos, ficar rico. Os homens sonham em poder assistir o jogo no domingo sem interrupções. Vou além do que me dizem sobre casamentos: eu sou a falha que impede o sonho de crer em coisas perfeitas. Sempre acreditei que casamento era pra sempre e não há quem faça eu acreditar no contrário. Mas por que diabos insistem em pôr fim numa coisa que não deveria se acabar? 


Quando eu era criança tinha umas paranoias quando acabava algum episódio de alguma série ou desenho que eu curtia muito e, era anunciado a frase “no próximo episódio”. Poxa, por que que eles não mostram tudo logo agora? Por que precisam de mais episódios para passar uma droga de filme? Foi assim até eu saber que existia toda uma burocracia por trás das emissoras de TV. E acho que com os relacionamentos também é meio assim: as pessoas temem ver o desfecho de suas histórias em um mesmo relacionamento e querem esperar o próximo episódio. Afinal de contas, a vida tem suas burocracias e é assim mesmo. Mas claro que há suas excessões: alguns terminam porque realmente não dá mais e viver assim é ruim. Mas são excessões e não regra.

Se para os normais falta dois meses para o fim do ano, para mim falta dois meses para o fim do mundo. Eu vivo com essa certeza de provocar dúvidas nas pessoas. Ajudo a mim mesmo quando ignoro a matéria simples que é nadar sem saber no rio mais profundo dessa tragédia que é esperar pelo que não ficou de vim. Pessimismo? Talvez. Mas hoje eu prefiro chamar isso de descrença ao imediato.

Acabou (sem começar)

Existe uma ferida aberta dentro de mim. Uma ferida que eu não consigo fechar por méritos e nem por esforços banais que eu insisto em chamar de “experiência”. Não tenho noção da comoção que é ser esquecido. Todas as vezes que fui esquecido eu não soube e quando soube já estava sendo lembrado por muitos. A cicatriz é a segunda opção, igual eu. Amo metáforas e essa, por mais depressiva que seja, é a mais cabível para o meu estado vegetativo de amor romântico – esses que vemos por aí nos Facebook’s da vida.

Um dia desses me deparei com um casal infanto-juvenil de uns 14-15 anos e eles pareciam estar no início do relacionamento. Trocavam uma ideia mais ou menos assim:


– vou te ligar todos os dias antes de tu ir pra escola. Mais ou menos que horas tu vai pra escola?
– Meio-dia e meia
– sai que horas?
– sete.
– o ruim da tua escola é isso né que tu sai essa hora?


(…)

Eu achei patético e romântico ao mesmo tempo. Não quis ver a cena do beijo pois me sinto um intruso. Na minha cabeça é como se um casal estivesse fazendo sexo em público: tenho vergonha de olhar. Eu sei que era apenas um beijo de dois adolescentes, que mal há nisso? Mas então, voltando ao assunto: sou como uma cicatriz que aparece pra confortar o que a ferida fez. Sou a segunda opção e não tenho pretensão de deixar de ser. Sou uma curva incompleta que necessita ver mais lá na frente pra saber se tem como virar mais um pouco. Sou o sentido óbvio de uma conta matemática simples como 2 e 2. Sou a criança que precisa de colo mas acha chorar mais divertido.

Porque eu optei por deixar de fazer questão? Simples: eu me teletransportei para a dimensão mais rasa de mim mesmo. A escolha perfeita era achar tudo isso normal, afinal de contas esquecê-la era quase impossível, mas o “normal” é trivial quando a razão sobrepõe a vontade. Eu queria que fizesse sentido aquilo que chamávamos de “fica”. Era tudo muito bonito no imaginário e, conclusão: como o nosso imaginário é fértil. Hoje eu ouço o nome dela e para mim é como se tudo não estivesse passado de um mal entendido. Talvez eu seja só um menino querendo ser homem, o “homem da vida de alguém”…

Ela poderia ser mais sincera

Acredito na ponte que liga o amor ao ódio. E vice-versa. Creio nas “voltas que o mundo dá” e, idiotamente, acredito que a garota que eu estou afim também está gostando de mim. Ela ainda não sabe, mas gosta. As mulheres são sempre assim né? Bradam para todos os lados que são confusas e que nós, homens, temos que dá uma chegada. Acredito na suspeita que é duvidar de um “Amor eterno”. Acostumado desde a infância a crer no amor só de forma temporária – tipo aqueles que são baseados em doses pequenas de demonstração de afeto. Eu sempre me iludo com a informação mais próxima de minhas emoções e mais distante da razão possível. Acredito no “vamos ver o que vai dá” porque eu vivo repetindo essa frase como um jargão japonês. Atiro-me na incerteza que é crer só em mim para solucionar os tais problemas das paixões mal resolvidas. Sim, eu sei que sou contraditório, até um pouco metódico eu diria, mas entenda: sou feito de pó como a maioria e, frágil emocionalmente como sou, é natural que eu peque na ilusão de crer que dessa vez vai dá certo.

“Dessa vez vai dá certo” me soa muito estranho de tantas vezes que já repeti isso. Segredo: nunca deu certo. Nunca dá, sabe por que? Porque não é pra acontecer. Simples assim. Óbvio assim. Acredito que inventar argumentos para detalhar e explicar as decepções amorosas é o mesmo que não saber jogar tal jogo e dizer que não quer jogar. As coisas acontecem e seguem seu fluxo natural. Por mais que pra nós não esteja tudo no lugar que deveria estar, realmente a vida está certa. Mas sim, eu acredito que ela poderia ser mais sincera: caramba! qual a dificuldade de dizer que não quer. Medo de me magoar? Poxa, eu sou adulto! Vim ao mundo pra pegar porrada mesmo, manda! 

Eu sei que deveria haver um espaço entre o “conhecer” e o “beijo que cela a paixão” – desculpa, não achei termo melhor. Mas esse espaço (hiato de merda), por mais imaginário que pareça, é físico. Nós deveríamos ter debruçado nossas vontades sobre o outro e trocar experiências. Eu fiz isso: nome, família, o que fazia, meus sonhos, o que eu acredito, desejo, RG, CPF… contei tudo a ela. Ela por outro lado, deixou a desejar. Não! Minto: me fez desejá-la muito, mas falhou comigo. Soltou a corda e depois puxou sem dó. Agora me diga: ela poderia ser mais sincera? Óbvio que sim. Sinceridade não faz mal, o que faz muito mal é o excesso de disfarces. Mas eu sempre me iludo… minto pra mim mesmo dizendo que tá tudo bem…

O rabisco de um desenho inacabado

Gosto de músicas tristes. Talvez por ser pessimista ou por não gostar de coisas que engrandecem meu ego. Não gosto de me omitir ao fácil e agradável. “Prefiro essas histórias imperfeitas pra contar”. Me volto – e analiso a volta – a análises críticas de mim mesmo e só transito por ruas conhecidas de minha mente. Temo o desconhecido que todos conhecem. O caminho mais fácil, para mim, é o mais perigoso. Fujo do meu ego como corro de uma bala, mas as vezes o abraço como abraço minha mãe. Preciso de um gás que abasteça meus anseios. Sou uma pausa que precisa ver o play lá na frente. Sou obra que anseia por uma acabação. Eu tenho muitas dúvidas – ou são as dúvidas que me tem? – e dívidas com o meu passado. Esse estereótipo me cansa: achar que música triste é música de emo. Quer falar de emo? Fale de Pablo, Leo Magalhães, Gustavo Lima… “músicas tristes” não necessariamente são compostas em momentos de tristeza. 

O sofrimento por antecipação ou por amar demais as pessoas nem deveria ser considerado “sofrimento”. Assim como um rabisco não é um desenho, lágrimas não são emoções. E daí se esse texto é confuso? A vida é confusa e ninguém reclama. Somos confusos porque não queremos ser nós mesmos. O desenho inacabado, ou seja, o rabisco que eu sou, deve ser mesmo apenas um trecho de uma obra incrível que Picasso esqueceu de pintar.

(Obs.: esse texto foi escrito em um momento de decepção amorosa. Mas infe ou felizmente, o texto não soou com esse tom romântico-depressivo-amoroso)

O Encontro com a pessoa amada em “A gente nem ficou”

Existe um preconceito enorme com a música sertaneja por parte de alguns que se acham intelectuais. Confesso que eu tinha esse preconceito com o sertanejo universitário. Mas foi algo da minha tola adolescência que graças a Deus deixei pra trás. E dentro do contexto evangélico, esse preconceito é maior ainda. A impressão que tenho é que qualquer outro ritmo é possível ouvir sem desestruturar nosso caráter de crente, mas sertanejo e funk é impossível. Não me compreendam mal: não estou relativizando as coisas e dizendo que tudo pode e sim afirmando que podemos sim encontrar beleza em músicas sertanejas que glorifiquem ao nosso Deus. Explicada essa parte vamos aos intérpretes da canção.

Ouço Jorge & Mateus desde o início do ensino médio, já fazem uns 6 anos, e esse álbum exclusivo até hoje tem uma força muito grande na minha vida. Os considero sem sombra de dúvidas a melhor dupla sertaneja da atualidade. Suas letras sempre falam de amor e nunca de pegar por pegar como é comum nesse contexto musical a qual estão inseridos. E é esse “remar contra a maré” deles que tanto me inspira. Então vamos pra canção:

A gente nem ficou
Mesmo assim eu não tiro você da cabeça
O pouco que durou
Nosso encontro me faz duvidar
Que um dia eu te esqueça

Sei que pra nós dois o romance é
Coisa delicada demais
Não dá pra esquecer o que vivemos
Antes um do outro

Bem melhor a gente deixar rolar
Se entregar
Ver o fogo que apagou
Queimar de novo

E aí quando vem me ver
Tô aqui esperando você
E nem dormi a noite já passou
Não consigo mais me dominar
Você me enfeitiçou
E a gente nem ficou

Uhh ohhh uhh ohhhh
Uhh ohhh uhh ohhhh

Olha o que me causou

Uhh ohhh uhh ohhhh
Uhh ohhh uhh ohhhh

E a gente nem ficou

E a gente nem ficou
Mesmo assim eu não tiro você da cabeça
E o pouco que durou
Nosso encontro me faz duvidar
Que um dia eu te esqueça

Sei que pra nós dois o romance é
Coisa delicada demais
Não dá pra esquecer o que vivemos
Antes um do o outro

Bem melhor a gente deixar rolar
Se entregar
Ver o fogo que apagou
Queimar de novo

E aí quando vem me ver
Tô aqui esperando você
E nem dormi a noite já passou

Não consigo mais me dominar
Você me enfeitiçou

E aí quando vem me ver
Tô aqui esperando você
E nem dormi a noite já passou
Não consigo mais me dominar
Você me enfeitiçou

E a gente nem ficou

Uhh ohhh uhh ohhhh
Uhh ohhh uhh ohhhh

E olha o que me causou

Uhh ohhh uhh ohhhh
Uhh ohhh uhh ohhhh

E a gente nem ficou

Uhh ohhh uhh ohhhh
Uhh ohhh uhh ohhhh

E a gente nem ficou

Uhh ohhh uhh ohhhh
Uhh ohhh uhh ohhhh

E a gente nem ficou

Quando conhecemos alguém a qual “o nosso santo bate” é comum que fiquemos totalmente apaixonados. Não paramos de pensar na pessoa amada. Contamos as horas para rever aquele rosto, jogar conversa fora e ficar observando aquele olhar por horas. O amor é benção e quando encontramos alguém com quem compartilhar nossas vidas, essa benção faz mais sentido. ” Não é bom que o homem esteja só” (Gn 2:18) Quem disse isso foi o próprio Deus. É por isso que ele se encarrega de nos ensinar a relacionar-se.

A música fala de um cara que está muito apaixonado pela moça mas eles não chegaram a ficar ainda. Essa canção não é linda? O que é comum nos dias de hoje é ver pessoas aos beijos e até transando no primeiro encontro. Mas na música, eles se conhecem já algum tempo (pouco ou muito mas se conhecem) e ainda não ficaram. Estão  se conhecendo como fica claro neste trecho “Nosso encontro me faz duvidar que um dia eu te esqueça”. Costumo dizer que a verdade bíblica dos relacionamentos amorosos é a própria relação. Parece pleonasmo? Entenda: encontrar-se com alguém, tomar sorvete, ir ao shopping é relativamente fácil. Isso qualquer pessoa pode fazer. Agora relacionar-se vai além: estou falando de cumplicidade, conhecimento do outro, entrega, respeito e amor. Coisas que com certeza não se compram mas que são conquistadas com o tempo. E na música vemos essa preocupação grande um pelo outro:

“Sei que pra nós dois o romance é
Coisa delicada demais
Não dá pra esquecer o que vivemos
Antes um do outro”

Ele já procurou conhecer a pessoa amada. Conversou com ela ao ponto de saber que ela teve relacionamentos conturbados antes de conhecê-lo e eles tem consciência de que um relacionamento agora seria precipitar-se demais. Entretanto, ele não quer deixar a “chama” apagar. Quer manter viva essa esperança que é se encontrar no outro. Em Colossenses 3:9 leia-se esse lindo versículo:


“Maridos, amai vossa esposa e não a trateis com amargura.”

Se trocarmos marido por namorado e esposa por namorada não continua lindo? Claro! Quando encontramos alguém que nos completa o nosso coração sabe. Não é preciso campanha para encontrar alguém, é necessário convivência. Não há como você saber onde se encontra a pizza mais barata sendo que você está só vendo imagens de pizzas na TV. Entende? Namoro é convivência e preparação para o casamento. Mas antes disso existe esse período que não pode ser ignorado: o período do conhecimento. Quer saber se a pessoa de quem você está gostando é realmente a pessoa com quem Deus quer que você fique? Veja se vocês tem algo em comum, se ela te compreende e faz de tudo para estar com você, se quando você vai dormir não consegue (“E nem dormi a noite já passou”) e que a cada dia essa paixão aumenta até se tornar amor. Amor é entrega e entrega total. Quando você atingir esse nível é porque confia fielmente no outro. O resto é com você certo?

A filha do meu brother nasceu! (crônica de um titio coruja)

Olá povo!

Estava aqui pensando no que escrever para esse pequeno espaço apertadinho aqui e lembrei que dia desses – 13 de outubro pra ser mais específico – eu havia escrito uma carta para o meu amigo Jussan Mendonça. Além de amigo, é meu companheiro musical: temos um projeto juntos chamado Distritos. Na carta eu dizia a ele que talvez eu iria escrever um post bonitinho no meu blog e, é isso que estou fazendo agora. Dia 13 de Outubro de 2015 a princesa Laís nasceu. Filha do Jussan com a também considerada Juliane Oliveira. Ambos são lindos e é óbvio que o resultado deveria ser uma lindeza né?

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E qual a emoção de ser titio assim aos 19 anos? Ah, imensa mano! Lembro como se fosse hoje (se bem que não faz muito tempo assim, foi sábado passado), estava com o meu irmão Júnior Moura aqui em casa tomando tereré após duas gravações do nosso canal trezepontosete quando olhamos um para o outro e falamos: “vamos ver a Laís?” E fomos. A casa da Ju não é muito distante da minha. Na verdade é consideravelmente perto, mas já era noite e o meu irmão e eu não sabíamos onde ficava  casa exatamente. Mas sem medir esforços, subimos na moto e saímos cantando feito abestados. Se liga na playlist:

Mandume – Emicida (só o refrão, é claro)

Save me from myself – Oficina G3 (com um inglês enrolation)

Água Viva – Oficina G3  (com expressão de metaleiro)

E outras que não lembro agora…

Eu já havia passado pela entrada do residencial que a Ju mora, mas era de dia e já fazia um certo tempo. O pior foi  estrada: não tem iluminação (o que é uma sacanagem hein!) e aí passamos do local. Percebi que já tínhamos passado justamente quando avistei o local que eu havia ido quando passei pela entrada do residencial. Ligamos para o brother Jussan e ele nos direcionou. O ponto de referência era um motel – que cá entre nós, chamou a atenção do Júnior – e o comando foi: “o ônibus vai sair aí oh!” e foi dito e feito. Seguimos por onde o bus havia saído até encontrarmos o papai do ano com uma bicicleta cargueira vindo nos encontrar.

12140821_635488089923640_7698697667558373351_n Um pequeno adendo: eu não conhecia a Juliane pessoalmente. Éramos amigos só virtualmente através do Jussan (foto), mesmo morando tão perto. Chegamos no local e óbvio, havia alguns parentes da Ju lá. Meu irmão e eu somos pior do que índios perto de outras pessoas: ficamos sem graça. Ms entramos com aquele clichê educado de “boa noite” e bah! ali estava a linda Laís no colo da vovó. Vi a Juliane, abracei a moça e logo ela pegou a Laís para podermos vê-la melhor. Eu não tive coragem de pegá-la porque é muito novinha e frágil e eu sou um completo desengonçado. Mas ela no é linda gente?

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A emoção bateu!

O titio sou eu!

O amor venceu!

Tudo se resolveu!

E quem escreveu foi Deus!

Acendam as luzes pra nós! 🙂